sábado, 25 de maio de 2013

Recompensas & Sacrifícios do amor




“Então eu coloquei minha fé em algo desconhecido
Eu estou vivendo em um doce nada
Mas eu estou tentando ter esperança com nada a esperar
Eu estou vivendo em nada tão doce
E é difícil aprender
E é difícil amar
Quando você está me dando nada tão doce”

(Sweet Nothing (feat. Calvin Harris)



Em uma cidade como o Rio de Janeiro, com 6, 39 Milhões (2012) de habitantes, onde relacionamentos não constantes na cidade do samba, futebol e mulata, não duram muito mais que uma noite.
Possuímos alguma recompensa pelo sentimento promíscuo que possuímos por procurar em outras pessoas aquilo que nos falta? Procurar sem saber o que realmente buscar? Realizar apenas uma satisfação pessoal, usando aquela pessoa que não te interessa realmente?
Muitas perguntas que talvez não possuam uma resposta exata e completa. Estar em uma relação “promiscua”, ou seja, estar em uma relação simplesmente pelo sexo ou atração, que somente sustentam o prazer e o desejo.
Onde estão as relações de verdade com reais recompensas que duram anos de casamento estável e duradouro?
Irei citar dois exemplos que uso muito. 1)  MUITO antigamente na época de vovó como esperma da 1ª geração, as mulheres não escolhiam seus maridos, os pais as forçavam a casar com homens que nunca conheceram, apenas pelo dinheiro, nome, estabilidade financeira para ela e sua família, posição social. Uma relação de promiscuidade perfeita, imposta pelos pais. Sendo que, em alguns casos tinha-se a recompensa desse relacionamentos forçados.
Como não conheciam seus futuros maridos, o tempo cultivava o amor puro, da forma mais simples a partir de uma inconveniência de seus pais que lhe obrigarão a casar-se. Entretanto no final das contas dava certo.

2) Uma pessoa pergunta à um casal como eles fizeram para conseguir um casamento tão feliz durante 50 anos.
O senhor responde: Todo dia de manhã eu como o meio do pão e deixo o bico (que é a parte que eu mais gosto) para ela comer.
Então a pessoa pergunta a senhora e a mesma responde: Durante 50 anos ele me dá o bico do pão (que é a parte que eu mais odeio), mas se o faz feliz eu como sem reclamar.

SACRIFÍCIO = RECOMPENSA

Quando nos sacrificamos por algo ou por alguém, quando abrimos mão de qualquer coisa que queremos muito para ver a outra pessoa feliz, isso nos é recompensado lá na frente, com a melhor das recompensas, o amor simples e o tempo que se torna um grande aliado na vida.

Mas será que nessa cidade com tantas inconveniências amorosas existe sacrifício pelo próximo, e este está sendo feito da maneira correta?



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