domingo, 4 de agosto de 2013

E para pedir permissão?






Uma das vantagens de ter crescido, é ser independente, trabalhar, ter seu próprio dinheiro, sair sem dar explicações, apenas comunicados...


Porém quando se possui um namorado as correntes que antes estavam no seu Pai, passam ao seu namorado. O que acho ridículo, namorado é namorado, não é autorizador de nada, não educa e cria. Namorado é companheiro, amigo, confidente, se fosse para pedir autorização para ir a algum lugar, falava com o MEU PAI, porque é a ele que devo explicações.

Então, como bons seres humanos que somos e não queremos evitar qualquer tipo de problema, engolimos alguns sapos e esquecemos certos assuntos que quando vêem a tona nos causam fúria e revolta. Isso faz parte dos sacrifícios e recompensas, lembram?

Sacrifícios são necessários, e são realizados para pessoas que amamos, sair para lugares diferentes, fazer coisas diferentes do que costumamos fazer, rir de coisas diferentes, ver o mundo com olhos diferentes.
Chega a um ponto que torna-se insuportável a convivência, porque não há nada de novo, e, quando tem-se essa oportunidade os “queridinhos da América” dos nossos parceiros, resolvem acabar com a felicidade das pessoas.

Observações: Lugares são para serem freqüentados, só os bons, os ruins não fazem parte da conversa...

Quando se põem pessoas de sexos diferentes em um mesmo ambiente é notável que vai dar zebra logo de cara. Mas será que convivência se torna mais agradável quando o outro mesmo não gostando, passa a ser mais flexível aos referenciais externos?

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