Será que o sofrimento em uma relação é algo comum?
Em um relacionamento o masoquismo pode ser tornar um vício,
porque estamos dependentes de sentir dor, dependentes de uma relação que sempre
nos trará algum tipo de sofrimento ...
Estar com alguém que te faça sofrer, mesmo vivendo momentos
felizes, a vontade da dependência desse sofrimento é algo que estimula o
sujeito.
Se você perguntar a uma mulher que apanha do marido: Porque
você não larga esse cara?”sabe o que ela responde: “Ele vai mudar, tenho fé nisso!”.
A cegueira que amor proporciona anula o desejo da vida, do desejo pessoal.
Sempre acreditando que o companheiro irá mudar, torna-se um ciclo vicioso. A
esperança se torna uma base, uma fonte produtora de energia, que sempre
movimentará o sujeito, levando-o a ao masoquismo.
Amor é uma convivência que nos torna pessoas melhores, com
sentimentos melhores, com pensamentos melhores, mesmo vivendo em pró do OUTRO a
felicidade é algo constante, e, nesses casos a dor se torna uma coisa
constante.
Mesmo não estando com o dono do sofrimento a mente calcula
na procura de um novo companheiro com um padrão sempre semelhante, escolhendo todos
com o mesmo critério, principalmente porque sabe que o sujeito não presta, e
conseqüentemente, fará os mesmo estragos que o anterior. Isso se aplica ao
famoso ditado “Vou ficar com esse mesmo, porque a “coça” dele já conheço”, diz
o ditado popular de que apanha. Para que trocar por outro da mesma laia se esse
aqui eu já conheço e do qual já conheço o punho? E às vezes sai de um futuro
para voltar para a mesma lama que estava antes, amando outra vez o companheiro
que SEMPRE te faz sofrer nos momentos “felizes”
“Não adianta nem tentar me esquecer
Durante muito tempo em sua vida eu vou viver
Detalhes tão pequenos de nós dois
São coisas muito grandes pra esquecer
E a toda hora vão estar presentes
Você vai ver” Roberto Carlos
Durante muito tempo em sua vida eu vou viver
Detalhes tão pequenos de nós dois
São coisas muito grandes pra esquecer
E a toda hora vão estar presentes
Você vai ver” Roberto Carlos
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