Todo o dia se vê novas formas de relacionamentos, um deles se
define pena não-preferência de homens e mulheres com a mesma idade,
preferências que certas vezes podem gerar polêmica, como por exemplo: a
pedofilia. Sendo o assunto de hoje, as diferenças de idade em uma relação.
Será que buscamos um
parceiro que tenha mais vida do que nós?
Quando buscamos um parceiro no qual queremos compartilhar
nossas experiências, não buscamos mais pelo critério da idade semelhante, com a
desculpa que: “Busco um companheiro que possua a mesma idade ou semelhante para
podemos seguir pela vida juntos.” O que não se ouve mais isso, a última que
ouvi foi da minha avó pela busca do homem ideal e seus objetivos.
O parceiro em uma idade acima nos proporciona confiança,
estabilidade, segurança enquanto com mesma idade em alguns casos nos causa
desconforto, desconfiança... A busca de um parceiro de idade inferior no auge
da bela forma dos 18 aos 25 parece improvável, inapropriável e absurdo, logo:
“Você é muito novo (a) para mim, desculpa”. O que gera muita indignação por
parte de quem ouve isso. Subestimando a geração aonde NEM SEMPRE a idade
corresponde à inteligência mental, alguém de idade baixa pode se comportar como
uma pessoa de maior idade, tendo conhecimentos e vivências produtivas e
evolutivas, e, uma pessoa de idade maior pode se comportar como um adolescente
em plena puberdade desacreditando os valores dados pela sociedade para
portar-se com tal referindo-se aquela idade.
A busca “inferior” da sua idade na maioria consiste em um
indivíduo com idade entre 30 a
cima, que visa à busca de um parceiro com fôlego, disposição, animação e outros
adjetivos com “ção” no final. Para suprir o que em si já existe a carência.
Tendo os empecilhos como o confronto de gerações e idéias
contraditórias, pensamentos opostos, ninguém é perfeito e a idade não ajuda
neste caso, a diferença causa o contra como qualquer relação normal tendo seus
prós ajudam sempre na evolutividade na relação.
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