sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Para tudo há uma primeira vez.




Quando se é criança queremos ser adultos, fazer coisas de adultos...
Quando se jovem você ainda age como se fosse um adulto, tentando procurar sua independência, sua responsabilidade, sua competência ...
E quando se é adultos alguns se comportam como adolescente ou crianças buscando tardar sua evolução.
Porem para tudo há uma primeira vez, o primeiro emprego, o primeiro pagamento, primeiras contas a pagar, independência, primeiro namorado, primeira casa, primeira viajem sozinho e tantas outras coisas que após tanto anos para conseguir finalmente quando as consegue... Você fica APAVORADO. “Eu estou tão feliz, que estou aparavorada, ninguém consegue tudo o que quer”. (RETIRADO DE UM FILME)
Agora posso entender essa frase que faz todo o sentido, estamos tão limitados ao que queremos e como queremos que as vezes não nos damos conta que conseguimos sozinhos com o tempo e dedicação, quando conseguimos todos os nossos objetivos de primeira ficamos felizes e não acreditamos que depois de tanto tempo estejamos conseguindo.
Meu pai sempre me dizia que confiança é uma coisa que adquirimos com o tempo, não se compra, não se vende, nem se pede emprestado e muito menos se dá. Gradativamente temos que conquistar nosso espaço na sociedade e fazer por onde que mereçamos nosso mérito, sendo assim muitos esporros que para os jovens são desnecessários e sem motivo algum, fazendo besteiras e aprendendo com os erros, sendo jogados contra o vento sendo sua vontade de permanecer no mesmo lugar, sofrendo crises existencialistas de fase VALEM A PENA.
Não existem erros e nem coincidências, porque os erros nos trouxeram até aqui sendo bons ou maus, nos levaram ao futuro e nos fizeram exatamente como somos, através dos sonhos, realizações e erros. E as coincidências menos ainda, elas somente existem por que o sujeito atribui sentido a elas, isso é muito além de tudo de possamos entender, está muito acima de nós, é apenas o que está escrito no destino.

Será que estamos sempre esperando surpresas de nós mesmos ao longo da vida ou estamos apenas seguindo premeditadamente para não errarmos?

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